Como mudamos tao pouco...
Monday, April 16, 2012
Sunday, April 15, 2012
Gladiadores do desporto

Anos fantasticos para o desporto estes que temos vivido.
Podemos assistir a verdadeiras maquinas nas modalidades. Homens que se tornam limiares da perfeicao nas actividades desportivas que abracam, moldando e definindo os seus corpos para o desporto em que acabam sendo, mais que participantes, definicoes vivas do mesmo.
O que os dias de hoje mais trazem de unico passa pelo facto de haver duelos como nao houve antes. Elementos perfeitos ao mesmo tempo. Vemos alguns dos maiores duelos de sempre.
No basket havera duelo que tenha sido mais apaixonante que nos anos 80/90 com Larry Bird, Michael Jordan e Magic Johnson?
No tenis, depois de Pete Sampras e Andre Agassi, hoje temos Federer, Djokovic e Nadal.
No futebol temos Cristiano Ronaldo e Messi. Os melhores da decada. Dos melhores de sempre. Maquinas de futebol. Rivais de equipas. Rivais pessoais. Cada um a alargar os limites do possivel. Quem perca nunca podera ser derrotado. Levara anos ate aparecer um duelo igual no futebol.
Disfrutemos...
Carlos Osvaldo
Monday, April 9, 2012
Carta aberta à Speed Entretenimento,
Convidados à força?!
Não, obrigado.
Por definição, um convidado é alguém a quem o anfitrião dedica especial atenção e goza de algum estatuto diferencial dos demais presentes em determinado evento. Daí os convites serem limitados e, normalmente, entregues com critério.
Ora, no passado sábado, tendo um convite na mão, fui até à discoteca Coconuts para a festa com a presença do Dj Malvado. Entrei às 23h55m, cumprindo a regra verbal da qual fora advertido (e bem), de que os convites eram válidos até às 0h (e porque não escrever isto nos convites?).
A casa ainda estava vazia. De carimbo no pulso resolvi sair para dar uma volta pela cidade, no intuito de regressar mais tarde ao Coconuts. Ao dirigir-me à porta fui interpelado pelo segurança, que, educadamente, devo realçar, me disse que não se poderia sair antes das 2h da madrugada. Indignei-me e disse que não poderia ser forçado a ficar numa discoteca contra a minha vontade. Nesta troca de palavras apareceu um dos responsáveis pela casa Coconuts que reforçou ao segurança que “pessoas com carimbo no lado esquerdo não saem antes das 2h. São os que entraram com convite. Os que têm carimbo no lado direito podem sair.”
Eu falei com o responsável em questão, dizendo que não iria ficar retido na discoteca e ele, dado o nosso conhecimento prévio, disse que “ah, vocês podem sair, meu irmão, mas façam-no pela entrada principal”
Assim fiz. Ao chegar à entrada, o segurança, mais uma vez muito educada e respeitosamente, disse que por ali não se podia sair.
Voltei à saída onde me encontrava e disse que, ou me apresentavam um regulamento escrito com aquela absurda regra de retenção, ou me chamavam alguém responsável mas que eu iria sair da discoteca. Propuseram-me que anulássemos o carimbo na entrada principal. Assim foi. Fui à entrada, onde “borraram” esfregando o meu braço e lá saí.
Ora, meus senhores, permitam-me que vos diga, cheio de boas intenções, que esta não é forma de se tratar os vossos clientes. Quer da Speed Entretenimento, quer do Coconuts.
Como cliente de uma discoteca eu tenho total e completa liberdade de saída dos vossos estabelecimentos. E, no caso de, ilegalmente nos quiserem reter, da próxima vez, pelo menos avisem-nos à entrada e aí sabemos que, ao entrar, não podemos sair antes de X horas.
Aliás, a própria Speed Entretenimento tem o cuidado de alertar sobre esta regra de “retenção” quando realiza festas no barco.
Eu entendo que esta medida tem como objectivo “criar ambiente” de forma mais rápida, mas fiquem cientes de que esta não é a forma mais acertada de o fazer. As pessoas não vão a uma discoteca para serem tratadas como reclusas, pelo contrário. Fazem-no para se libertarem de amarras e tensões a que estão sujeitas no dia-a-dia.
Espero que interpretem de forma correcta esta carta, que visa ajudar-vos a corrigir estas atitudes menos correctas e respeitosas para com o público que, aliás, é quem alimenta e sustenta toda a indústria de eventos.
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Osvaldo
carlososvaldo86@hotmail.com
Não, obrigado.
Por definição, um convidado é alguém a quem o anfitrião dedica especial atenção e goza de algum estatuto diferencial dos demais presentes em determinado evento. Daí os convites serem limitados e, normalmente, entregues com critério.
Ora, no passado sábado, tendo um convite na mão, fui até à discoteca Coconuts para a festa com a presença do Dj Malvado. Entrei às 23h55m, cumprindo a regra verbal da qual fora advertido (e bem), de que os convites eram válidos até às 0h (e porque não escrever isto nos convites?).
A casa ainda estava vazia. De carimbo no pulso resolvi sair para dar uma volta pela cidade, no intuito de regressar mais tarde ao Coconuts. Ao dirigir-me à porta fui interpelado pelo segurança, que, educadamente, devo realçar, me disse que não se poderia sair antes das 2h da madrugada. Indignei-me e disse que não poderia ser forçado a ficar numa discoteca contra a minha vontade. Nesta troca de palavras apareceu um dos responsáveis pela casa Coconuts que reforçou ao segurança que “pessoas com carimbo no lado esquerdo não saem antes das 2h. São os que entraram com convite. Os que têm carimbo no lado direito podem sair.”
Eu falei com o responsável em questão, dizendo que não iria ficar retido na discoteca e ele, dado o nosso conhecimento prévio, disse que “ah, vocês podem sair, meu irmão, mas façam-no pela entrada principal”
Assim fiz. Ao chegar à entrada, o segurança, mais uma vez muito educada e respeitosamente, disse que por ali não se podia sair.
Voltei à saída onde me encontrava e disse que, ou me apresentavam um regulamento escrito com aquela absurda regra de retenção, ou me chamavam alguém responsável mas que eu iria sair da discoteca. Propuseram-me que anulássemos o carimbo na entrada principal. Assim foi. Fui à entrada, onde “borraram” esfregando o meu braço e lá saí.
Ora, meus senhores, permitam-me que vos diga, cheio de boas intenções, que esta não é forma de se tratar os vossos clientes. Quer da Speed Entretenimento, quer do Coconuts.
Como cliente de uma discoteca eu tenho total e completa liberdade de saída dos vossos estabelecimentos. E, no caso de, ilegalmente nos quiserem reter, da próxima vez, pelo menos avisem-nos à entrada e aí sabemos que, ao entrar, não podemos sair antes de X horas.
Aliás, a própria Speed Entretenimento tem o cuidado de alertar sobre esta regra de “retenção” quando realiza festas no barco.
Eu entendo que esta medida tem como objectivo “criar ambiente” de forma mais rápida, mas fiquem cientes de que esta não é a forma mais acertada de o fazer. As pessoas não vão a uma discoteca para serem tratadas como reclusas, pelo contrário. Fazem-no para se libertarem de amarras e tensões a que estão sujeitas no dia-a-dia.
Espero que interpretem de forma correcta esta carta, que visa ajudar-vos a corrigir estas atitudes menos correctas e respeitosas para com o público que, aliás, é quem alimenta e sustenta toda a indústria de eventos.
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Osvaldo
carlososvaldo86@hotmail.com
Monday, March 12, 2012
Wednesday, February 22, 2012
Leituras "obrigatorias"
Neste post vou dar uma de moralmente preparado para lancar algumas sugestoes de leitura.
A Arte de Amar- Julio Dantas
As palavras- Jean Paul Sartre
A Ideia de Europa- George Steiner
A Metaficia do Amor- Schopenhauer
Memorias Postumas de Bras Cubas- Machado de Assis

Os livros nao servem (apenas) para ler... servem, acima de tudo, para nos fazerem companhia...
Carlos Osvaldo
A Arte de Amar- Julio Dantas
As palavras- Jean Paul Sartre
A Ideia de Europa- George Steiner
A Metaficia do Amor- Schopenhauer
Memorias Postumas de Bras Cubas- Machado de Assis

Os livros nao servem (apenas) para ler... servem, acima de tudo, para nos fazerem companhia...
Carlos Osvaldo
Monday, December 26, 2011
Pai Natal VS Jesus Cristo

A cada ano, no dia 25 de Dezembro vem-se assistindo a um golpe de estado nada dissimulado. O Pai Natal vai ocupando o lugar de Jesus Cristo como dono da data. A cada geração que vai passando o dia de Natal é mais associado à figura do Pai Natal que à figura de Jesus Cristo. Tanto que até se começam a verificar fenómenos em que o dia já é celebrado por pessoas não cristãs, com distribuição de presentes (culto ao Pai Natal).
Concordo com o Papa quando critica as celebrações excessivamente consumistas desta data, nos dias que correm. Creio ser altura de religião recuperar e resgatar o verdadeiro significado religioso que este dia tem e deve ter, com alusão ao nascimento do menino Jesus, a presença dos Reis Magos (caindo também em desuso. Perguntem os nomes dos Reis Magos às crianças e verão quantas os sabem… o próprio presépio, cada vez menos utilizado).
Como agnóstico reclamo maior respeito à religiosidade da data. Judas foi condenado a cumprir uma pena eterna por um crime singular. Cometido num deslize. Num erro. Num dia. O Pai Natal comete-o pouco a pouco a cada ano que passa e vê como a sua popularidade cresce. Uma das melhores formas de combater a crise, sem dúvida. Fizeram do dia de Natal o dia de aniversário de todos nós. Menos do menino Jesus…
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